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"O ano da fibra"
sexta-feira, 17 de Abril de 2009
A PT é um operador multinacional, que tem como objectivo continuar a crescer em Portugal, assentando a sua estratégia no desenvolvimento agressivo de uma rede de acesso em fibra óptica. Mas em foco estará sempre o cliente, ao qual a PT se compromete oferecer os melhores serviços suportados em tecnologias de ponta. Prioridades partilhadas por Zeinal Bava no jantar debate da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações

Veja aqui a apresentação 2009 O Ano da Fibra

“O ano da fibra.” Foi desta forma que Zeinal Bava designou o ano de 2009. Como e quando decorre este investimento? A pergunta foi antecipada pelo presidente executivo no jantar debate da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações (APDC). Mas para já a resposta é esta: “vamos ter de esperar”, até que as condições de implementação sejam definidas.

"Queremos ser a operadora
mais ambiciosa na fibra",
referiu Zeinal Bava

O presidente executivo relembrou o atraso da Europa em relação à Ásia e aos EUA e salientou que não há na Europa uma operadora com um projecto ambicioso em termos das Redes de Nova Geração. E é precisamente neste aspecto que a PT se demarca das congéneres: “ Queremos ser a operadora mais ambiciosa na fibra”. Convicto da capacidade da PT definir um modelo de negócio adequado e de realizar o investimento, Zeinal Bava reforçou a meta de proporcionar uma experiência de televisão única, chegando a pontos do país onde o ADSL ainda não está disponível actualmente.

Este é um investimento com resultados positivos também para o país e que de resto vem dar outra força à palavra sustentabilidade, porque este é um assunto que não se pode resumir à questão económica, na medida em que terá impactos directos em termos ambientais. Por outro lado, assume-se como um projecto com impactos estruturantes no futuro, nomeadamente ao nível da educação e da saúde.

Sendo assim, Zeinal Bava pediu: “Deixem-nos trabalhar”. De acordo com o presidente a Anacom tem feito “um trabalho excelente”, mas pede ao regulador português que deixe as operadoras gladiarem-se no mercado e que os clientes façam a sua escolha. De acordo com Zeinal Bava, a PT convive bem com a concorrência, mas salienta: “As empresas não podem ser penalizadas por quererem crescer”.

As redes do futuro foram o terceiro ponto de uma apresentação que começou por destacar as metas já alcançadas, os objectivos de futuro da Portugal Telecom e que abrangeu ainda a visão de futuro da empresa.

Uma vida diferente

Em casa, no escritório, em qualquer lugar. O modo de vida das pessoas vai mudar e a Portugal Telecom está preparada para liderar esta mudança através de apostas a diversos níveis.

Neste sentido, definiu como estratégica a intervenção em termos do desenvolvimento de novas formas de comunicação (vídeo-chamada, tele-conferência), a inovação no acesso a conteúdos (conteúdos HD e 3D, jogos interactivos online e vídeos HD), as novidades em termos de domótica (controlo remoto de equipamentos domésticos e gestão de consumo energético), da segurança e automação do lar, entre outros.

São estas algumas das áreas de desenvolvimento previstas na PT, que pretende assim dar soluções a clientes cada vez mais exigentes em termos de serviço.

Operador multinacional mandatado para crescer
Hoje a PT tem 70 milhões de clientes, mas para o próximo triénio o objectivo é ambicioso: “Queremos chegar aos 100 milhões de clientes”, referiu Zeinal Bava. Se hoje 50% das receitas resultam de negócios internacionais, a PT prevê que passem a constituir 2/3 das receitas totais. A Portugal Telecom quer ser líder em Portugal em todos os negócios, para isso já se reorganizou por segmentos, uma medida que vai de encontro à liderança. Apresentar um desempenho superior em termos de retorno accionista e resultados financeiros operacionais é também um dos objectivos. Todas estas metas decorrem a par de uma postura que privilegia a sustentabilidade, porque a empresa quer ser, a este nível, uma referência.

Apesar da agressiva aposta na fibra óptica, o cliente continua a estar no
centro das atenções da Portugal Telecom, uma prioridade salientada
pelo presidente executivo

O total de clientes da PT cresceu 28% e também as receitas aumentaram 10%, uma realidade familiar a poucas empresas que não realizaram aquisições. Os desafios em Portugal são muitos e, para isso, a empresa tem de ser capaz de continuar a reinventar o futuro. Para isso definiu como alavancas para o crescimento o Meo, os serviços convergentes fixo-móvel, as soluções de tecnologias e sistemas de informação e a banda larga móvel. Já a nível internacional, Brasil e África continuam a ser mercados prioritários.

O serviço de televisão permitiu que a empresa transformasse o negócio residencial, com o Meo a registar resultados ímpares a diversos níveis e a permitir que a PT tivesse sido a operadora com melhor taxa de penetração no ano de lançamento na Europa. Paralelamente, “estamos a trabalhar para surpreender o mercado”, adiantou Zeinal Bava, no que diz respeito à Televisão Digital Terrestre. Apesar do atraso em relação a outros países europeus, o presidente executivo voltou a garantir que Portugal irá antecipar o switch-off um ano.

Os bons resultados registam-se não só no negócio fixo. Apostar na banda larga móvel e em ofertas convergentes são estratégias fundamentais referidas pelo presidente, que salientou o facto da TMN ter registado um aumento das suas receitas de billing. Bons resultados que se estendem ao contexto internacional, nomeadamente à Vivo que aumentou o seu número de clientes GSM e 3G e viu consolidado o EBITDA.




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