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Voto de confiança no futuro
segunda-feira, 30 de Março de 2009
Os accionistas da Portugal Telecom reuniram hoje em assembleia-geral anual. Das treze propostas apresentadas esteve a eleição dos membros dos órgãos sociais para o triénio 2009/ 2011, nomeadamente para o novo Conselho de Administração e Comissão Executiva da PT. Todos os pontos que constavam na ordem de trabalhos foram aprovados pelos accionistas, com a maior parte das votações a apresentarem percentagens superiores a 90%


Zeinal Bava e Henrique Granadeiro
durante a assembleia-geral de accionistas


No dia 27 de Março de 2009 realizou-se a assembleia-geral anual de accionistas, no Fórum Telecom, em Lisboa. Os 13 pontos que constavam na ordem de trabalhos foram aprovados pelos accionistas, com a maior parte das votações a apresentar percentagens superiores a 90%.

“Entregamos hoje aos accionistas uma empresa manifestamente diferente daquela que recebemos há três anos, ao mesmo tempo que assegurámos aos investidores um retorno dos capitais investidos na PT. Assumimos os compromissos de rentabilizar os activos e cumprimo-los sem pôr em causa a capacidade de investimento”, afirmou Henrique Granadeiro, presidente do Conselho de Administração, antes de se iniciar a discussão e deliberação dos diversos pontos da ordem de trabalhos da assembleia-geral.

Henrique Granadeiro fez ainda referência ao ano de 2006, numa altura em que se definiram metas ambiciosas com os accionistas. “Os compromissos de rentabilização assumidos, como alternativa à proposta da OPA, foram integralmente cumpridos, sem pôr em causa a capacidade de investir no desenvolvimento do negócio e na expansão das actividades da empresa”, explicou o presidente do Conselho da Administração.


Em 2008, a PT iniciou um novo ciclo. Definiu-se um novo plano estratégico, com ambiciosas metas de crescimento, que ficou marcado pela reorganização em segmentos, aproximando a empresa dos clientes. Os resultados de 2008 vieram comprovar o sucesso desta ambição de crescimento. “Apesar de ser um ano com situações adversas, considerando o agravamento da crise económica e financeira que se vive nos mercados e as crescentes mutações do sector de telecomunicações, a PT provou ter capacidade para cumprir os compromissos, em particular com os que assumiu para com os accionistas”, salientou Henrique Granadeiro. De realçar que a PT apresentou uma remuneração accionista superior em 6,3 pontos percentuais face ao desempenho médio do sector das telecomunicações na Europa e superior em 22,8 pontos percentuais face ao PSI-20.

Para Zeinal Bava, presidente executivo da PT, os resultados de 2008 “consolidaram a empresa como um operador de referência a nível internacional e fazem-nos assumir metas de desempenho e crescimento ainda mais ambiciosas”. Para o próximo triénio a PT vai manter o ritmo de crescimento, sem descurar o compromisso estabelecido com a sociedade, o ambiente e os colaboradores.

“A PT vai continuar a apostar na sustentabilidade em todos os locais onde opera”, referiu o CEO. Relativamente aos seus activos humanos, “são essenciais para o futuro da empresa. A PT pretende reforçar a valorização dos colaboradores através aposta contínua na formação e no recrutamento de novos colaboradores”, afirmou Zeinal Bava.

Entre os 13 pontos submetidos a discussão e aprovação dos accionistas estiveram os relatórios de gestão, balanço e contas relativos ao exercício de 2008; a proposta de aplicação de resultados e distribuição de reservas; a apreciação geral da administração e fiscalização

da Sociedade e a eleição de membros de órgãos sociais e da Comissão de Vencimentos para o triénio 2009/ 2011, nomeadamente para o Conselho da Administração e para a Comissão Executiva, entre outros.

Relativamente à eleição dos novos órgãos sociais, Henrique Grandeiro continua a ser presidente do Conselho de Administração. No que diz respeito à Comissão Executiva, Zeinal Bava mantém o cargo de presidente executivo e Luís Pacheco de Melo o de administrador financeiro. Os restantes administradores executivos eleitos são: Carlos Alves Duarte, Rui Pedro Soares, Manuel Rosa da Silva, Fernando Soares Carneiro e Shakhaf Wine.

A lista aprovada dos administradores não executivos é a seguinte: José Maria Alvarez-Pallete Lopéz, Francisco Manuel Marques Bandeira, José Guilherme Xavier de Basto, Santiago Fernández Valbuena, João Manuel de Mello Franco, Joaquim Aníbal Brito Freixial de Goês, Mário João de Matos Gomes, Gerald Stephen McGowan, Rafael Luís Mora Funes, Maria Helena Nazaré, Amílcar Carlos Ferreira de Morais Pires, António Ramalho, Francisco Teixeira Pereira Soares, Jorge Humberto Correia Tomé, Paulo José Lopes Varela, Milton Almicar Silva Vargas, Nuno Rocha dos Santos de Almeida e Vasconcellos.

Luís Azevedo Coutinho, Franquelim Alves, Fernando Soares Carneiro, Jorge Tomé, Francisco Bandeira, Fernandez Valbuena,
António Caria, Zeinal Bava, Henrique Granadeiro, Luís Pacheco de Melo, Rui Pedro Soares, Joaquim Freixial de Goes,
Amílcar Morais Pires, Nuno Vasconcellos, Rafael Mora, Francisco Soares, Gerald Mc Gowan

Todos os pontos propostos para deliberação foram aprovados, o que representa um voto de confiança por parte dos accionistas na nova equipa de gestão. Para os próximos três anos a estratégia passa por consolidar a PT como um dos operadores de referência no mundo, crescer sustentadamente nos negócios internacionais, reforçar a liderança em todos os segmentos do mercado doméstico e tornar-se uma referência na área de sustentabilidade em todos os locais onde actua.

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