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Assembleia-geral da PT renova confiança no futuro
sexta-feira, 16 de Abril de 2010
No dia 16 de Abril os accionistas da PT reuniram em assembleia-geral anual. Os onze pontos que constavam na ordem de trabalhos foram discutidos e aprovados pelos accionistas.



Para Henrique Granadeiro, este resultado representa a renovação da confiança dos accionistas no Conselho de Administração da PT, na equipa de gestão da operadora e no plano estratégico definido em 2009 e que estabeleceu as bases e as metas para um crescimento sustentado e compatível com os níveis adequados de rentabilidade e segurança. “Hoje a PT apresenta as contas do exercício de 2009 à assembleia-geral de accionistas, cumprindo assim o primeiro de três anos do mandato que lhe foi conferido em 28 de Março de 2009”, afirma o presidente do Conselho de Administração da PT.

Henrique Granadeiro,
presidente Conselho
Administração da PT

Os resultados apresentados são prova da capacidade da PT em prosseguir com o plano estratégico aprovado e devem ser vistos pelos accionistas como sinais de segurança e tranquilidade no futuro da empresa. Henrique Granadeiro lembra que em 2009, apesar do contexto económico que se vive, “as receitas da PT aumentaram 0,9% face a 2008, para 6,8 mil milhões de euros, e o EBITDA aumentou também 0,9% para 2,5 mil milhões de euros. Em resultado do forte enfoque da PT nos mercados internacionais, 51,5% das receitas e 44% do EBITDA da empresa foram gerados pelos activos internacionais, dos quais a Vivo representa uma parte importante. A PT apresentou um resultado líquido de 684 milhões de euros, um aumento de 18,7% face a 2008, o que representa um resultado líquido por acção de 0.78 euros, mais 22,9% face a 2008”.

Os bons resultados da PT advêm do cumprimento da estratégia definida para o triénio e que

Zeinal Bava,
presidente Comissão
Executiva da PT

tem por base cinco objectivos estratégicos, como lembra o presidente executivo da PT, Zeinal Bava: “Queremos atingir 100 milhões de clientes até ao final de 2011; Aumentar a contribuição das receitas internacionais para dois terços das receitas totais; Reforçar a nossa liderança em todos os mercados em que estamos presentes; Atingir um desempenho operacional e financeiro no quartil superior entre os nossos pares europeus e tornarmo-nos uma referência de sustentabilidade em todas as geografias onde estamos presentes”.

A PT caminha no sentido de alcançar com sucesso os objectivos definidos. Em 2009 adicionou nove milhões de novos clientes em todos os activos alcançando um total de 72 milhões de clientes. A presença noutras áreas geográficas também foi reforçada com o negócio internacional a representar 51,5% das receitas e 43% do resultado líquido da Portugal Telecom. No que concerne a liderança dos segmentos onde actua, a PT continuou a reforçar a sua quota no mercado doméstico através das plataformas de rede fixa e de rede móvel. As receitas e o EBITDA cresceram em cerca de 1% para 6,8 e 2,5 mil milhões de euros respectivamente, enquanto o resultado líquido aumentou 19% para 684 milhões de euros e o resultado líquido por acção 23% para 0,78 euros. A sustentabilidade é também muito importante para a operadora que, em 2009, continuou a certificar energeticamente os seus edifícios.

Objectivos ambiciosos mas que são possíveis de alcançar. De acordo com o PCE, a PT vai continuar a investir em novas tecnologias com o objectivo de oferecer aos seus clientes mais e melhores serviços de qualidade. É a capacidade de uma operadora lançar produtos e serviços inovadores no mercado que a vai diferenciar dos seus concorrentes. “A inovação é central em tudo o que fazemos. A par do que construímos internamente, a PT estabelece parcerias de excelência para actuar neste âmbito. Este mandato, assumido em 2009, tinha como objectivo colocar a PT na linha da frente, a crescer, e o facto é que a PT cresceu, as receitas cresceram, o EBITDA cresceu e os clientes também cresceram”, reforça Zeinal Bava.


Depois de discutidos e aprovados os onze pontos da ordem de trabalhos da assembleia-geral, Henrique Granadeiro agradeceu a confiança dos accionistas na equipa de gestão da PT, que “nos dá motivação para cumprir o plano estratégico com sucesso. A PT confia na sua capacidade de descobrir e inventar o seu próprio futuro”.

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