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Ambiente empresa a empresa

TMN – Do usado se faz novo

O programa de trocas da TMN existe desde Janeiro de 2004. Durante esse ano foram recolhidos 111.032 telemóveis, dos quais, 109.664 foram canalizados para reutilização e 1.368 para reciclagem. Alargado o conceito a Agentes de forma progressiva, em 2005 verificou-se um aumento da recolha destes equipamentos para 199.492 (+82%) e 3.092 (+121%), respectivamente.

O processo é simples. Inicia-se na recolha dos telemóveis entregues nas lojas, por clientes ou potenciais clientes, uma vez que a recolha não é limitada aos telemóveis da rede TMN. No momento da entrega faz-se a diferenciação entre telemóveis reutilizáveis e os que são para reciclagem. Na prática, esta diferenciação corresponde à separação de telemóveis com bom aspecto geral e em condições de funcionamento do equipamento, dos que já não têm possibilidade de serem reutilizados.

Após esta primeira fase, os telemóveis para reutilização são entregues a um parceiro especializado, empresa europeia licenciada para o processo de reciclagem de telemóveis e certificada pela Norma ISO 14001, com a qual a TMN estabeleceu uma parceria para o transporte e preparação para reutilização.

Uma vez recepcionados pelo parceiro, inicia-se o processo de preparação dos telemóveis para reutilização. Estes passam por um processo de limpeza e melhoramento de imagem, sendo acondicionados de forma a possibilitar a sua revenda em regiões onde ainda tenham valor comercial.

Os restantes telemóveis e componentes são entregues para reciclagem a entidades devidamente autorizadas, havendo a preocupação da tmn em que seja assegurado o melhor destino final possível.

Através de uma forte comunicação, a TMN aliou a componente comercial a um objectivo ambiental, ao oferecer um valor de retoma por cada telemóvel usado e devolvido em condições de funcionamento no acto de aquisição de um novo. Trata-se de um processo do qual se esperam benefícios comerciais, induzindo, ao mesmo tempo, uma melhoria da cultura ambiental nos nossos clientes.

Note-se que, ao aumentar o tempo de vida de um produto, através da sua reutilização, estamos a diminuir directamente a quantidade de resíduos produzidos. Com o processo implementado pela TMN, é assegurado que o tempo de vida dos telemóveis e dos seus componentes se prolongue enquanto tiver valor comercial, reduzindo os impactes ambientais associados à produção deste tipo de resíduos.

Esta preocupação assenta no conhecimento de que os equipamentos electrónicos consistem numa combinação de placas de circuitos, fios eléctricos, plásticos com retardantes de combustão, visores de cristais líquidos, baterias, etc. Trata-se de componentes constituídos por substâncias ambientalmente problemáticas, onde se incluem alguns metais pesados (mercúrio, chumbo, cádmio, crómio) e substâncias halogenadas (CFCs, PCBs, PVCs e retardantes de combustão), das quais algumas são tóxicas e apresentam um risco para a saúde humana que deve ser minimizado.

“Numa sociedade em que a comunicação móvel se tornou imprescindível, o número de telemóveis usados aumenta diariamente. Rejeitados por motivos de antiguidade, desactualização ou simplesmente por vontade de inovar, é importante que todos saibam que a TMN tem uma solução ambientalmente responsável”, afirma Honório Vaz, Gestor de Ambiente da TMN.

PT Comunicações

A PT Comunicações, a maior empresa do Grupo PT, tem uma política bem definida em matéria de ambiente.

 

Sendo a maior empresa de telecomunicações em Portugal produz impactes ambientais que resultam da sua actividade, associados aos produtos e serviços que disponibiliza aos seus clientes. Por esta razão e por ser também, inevitavelmente, consumidora de recursos naturais, implementou um Sistema de Gestão Ambiental e tem vindo a assumir a sua quota de responsabilidade no domínio do ambiente.

Em Fevereiro de 2003 a PT Comunicações obteve a certificação ambiental referenciada à NP EN ISO 140001:1999 e, desde então, tem vindo a desenvolver um esforço de controlo do consumo de água, energia e combustíveis automóveis, bem como de reciclagem de resíduos produzidos pela empresa. Algo simples de realizar mas que, numa empresa com cerca de 9 mil colaboradores, assume uma dimensão que faz toda a diferença. Um gesto que daria para fornecer água e luz, por exemplo, numa pequena aldeia do interior, o que em números se traduz em 6.106 euros de água e 263 mil euros de energia poupados em apenas um ano.

O ano de 2004 foi o ano do compromisso com os princípios da sustentabilidade preconizados pela carta da ETNO e que a PT rubricou. Nesse ano, as preocupações da empresa para com o seu sistema de gestão ambiental pautaram-se por três grandes vertentes. Em primeiro lugar, a melhoria continua do seu desempenho ambiental e a redefinição e implementação do programa ambiental. Em segundo, a ampliação do âmbito geográfico da certificação à Madeira e Açores e a preparação/formação dos correspondentes colaboradores para a correcta integração daquelas áreas no Sistema. E, por último, o início da integração do sistema de gestão ambiental com o sistema de gestão da qualidade, entretanto implementado.

A factura electrónica foi uma das grandes inovações deste ano. Um hábito que se pretende criar nos colaboradores e clientes e que permitirá poupar muitas árvores. De facto, se, no ano de 2005, todos os colaboradores da PT Comunicações tivessem aderido à Factura electrónica, isso equivaleria a poupar, num ano, mais de 40 toneladas de papel. Uma poupança que salvaria mais de 530 árvores.

Além destes pequenos (grandes) esforços diários, existe o processo de reciclagem dos cabos de comunicações, implementado desde 2002 – um tipo de material que pode ficar inutilizado por várias razões, seja por substituição, em consequência de, inundações, incêndios, obras ou outro tipo de danos, ou por melhoria da própria rede. Quando tal acontece, o cabo tem de ser retirado, uma operação que a empresa controla, através do sistema informático. Os cabos são, depois, transportados para um armazém, onde são devidamente analisados e segmentados de acordo com as suas características. São, por último, encaminhados para valorização, por empresas acreditadas para o efeito.

Os cabos de cobre ou de outros materiais são a base da comunicação da rede fixa. Por ano produzem-se cerca de 1000 toneladas de cabos que percorrem todo o país. Graças a este processo a maioria destes cabos é reciclada.
Em 2004, 67% do total de cabos retirados de serviço foram enviados para reciclagem. Um valor que, em comprimento seria idêntico a 2 voltas à Terra ou equivalente a 136 viagens entre Braga e Faro. A quantidade de cobre reciclado a partir dos cabos de telecomunicações ultrapassa as 330 toneladas, um valor que se pretende diminuir de ano para ano e que dá que pensar.
 

PT Multimédia

 

 

 

Como grande empresa de audiovisuais a PT Multimédia não poderia deixar de fora as preocupações ambientais.Um tema que se revela diariamente em diversos sectores e actividades.

 

 

 

TV Cabo

Nas Redes TV Cabo há um cuidado especial no material dos cabos de drop retardantes à chama, utilizados sobretudo em instalações especiais. Existe também um cuidado especial na utilização de equipamentos retirados das redes TV Cabo. Nesse sentido fica contractualizado com os fornecedores a devolução dos equipamentos no fim da sua vida útil, de modo a serem convenientemente reciclados. Os armários de energia também se tornam amigos do ambiente ao utilizar baterias de longa duração, minimizando assim o impacto ambiental negativo bem como os custos.

Lusomundo

A Lusomundo Audiovisuais tem um contracto com a Sociedade Ponto Verde. Algo que, através do Sistema Integrado de Gestão de Resíduos de Embalagens, garante o tratamento das mesmas, tais como caixas de cartão de transporte e plásticos que envolvem os DVD’s. 
Na sua próxima ida ao cinema, descanse. Além de uma nova história e tantas outras emoções, pode sair de consciência tranquila. O seu momento de lazer é amigo do ambiente. A Lusomundo Cinemas tem, há cerca de dez anos, uma solução ambiental para os seus resíduos.Em cada seis meses são recolhidas entre 600 a 800 películas. Um processo que é feito por uma empresa de recolha e reciclagem de materiais, que os transporta para o centro de reciclagem na margem Sul do Tejo ou para a Alemanha. Aí realiza-se todo o processo de reciclagem que dá um destino mais ecológico às centenas de resíduos poluentes. Além disso também pode descansar acerca das pipocas que vai comer durante o filme uma vez que em todos os cinemas Lusomundo existe um programa de controlo da higiene alimentar (HACCP).

Powerbox e cartões

A Sociedade Ponto Verde reúne diversos accionistas, desde embaladores e importadores a distribuidores e fabricantes. Todos juntos, garantem a retoma, valorização e reciclagem de resíduos de embalagens não-reutilizaveis. A esse circuito dá-se o nome de Sistema Integrado de Gestão de Resíduos de Embalagens (SIGRE). Uma forma de cumprir as suas obrigações ambientais e legais.
Os materiais abrangidos neste processo são os cartões de plástico utilizados para controlo de acessos a serviços TV nas Powerboxes e as TV Boxes que foram recolhidas e substituídas por powerboxes. Este processo ficou concluído no dia 15 de Maio.

Existem duas situações que justificam este processo. Uma é o facto dos equipamentos terem um ciclo de vida determinado. Sendo que na maioria dos casos a sua reparação e reutilização, quando avariam, não é rentável, chegando, por vezes, a ser obsoleta. Outra, prende-se com alterações tecnológicas na oferta do serviço que faz com que os equipamentos tenham de ser substituídos. Exemplo disso é a actual a substituição das TV Box analógicas pelas Powerboxes digitais.
Em 2006 realizou-se uma das maiores acções de reciclagem da PT Multimedia, uma operação de grande escala, pioneira na empresa, que reciclou 57 toneladas de TV Boxes.Foi a primeira operação de tamanha dimensão alguma vez realizada pela PT  Multimedia.

501.755 TV Box Scart e 11.096 TV Box RF que foram devidamente encaminhados para a reciclagem e destruição, sob o projecto de digitalização. Um programa que pretende melhorar a diversidade e qualidade do serviço através da substituição das antigas Boxes por novas, já da era digital, sem quaisquer custos para o cliente. “Por outro lado estamos também, através deste programa, a reduzir a pirataria, um dos maiores problemas da nossa empresa, que agora se espera ver reduzido a zero”, afirma Paulo Palma, da direcção de equipamentos terminais, da PT Multimedia.
Todo o processo práctico desta mega-operação foi desenvolvido pela empresa de reciclagem RSA.
Sedeada em Abrantes e certificada em qualidade pelo ISO 9001 e em ambiente pelo ISSO 14000, esta empresa ofereceu todas as condições e garantias de segurança necessários para a realização desta operação. Um trabalho rigoroso e demorado onde nada é deixado ao acaso, cumprindo sempre cuidadosamente todo o processo de reciclagem e que deixará o mundo ligado à TV Cabo, de uma forma mais ecológica.

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