18/09/2020

Altice Portugal “joga” pelos Direitos Humanos

​Consciencializar para os Direitos Humanos através do desporto e do futebol, durante a época competitiva de 2020/21, é o objetivo de uma iniciativa lançada  dia 17 de setembro pela Amnistia Internacional Portugal, a que a Altice Portugal aderiu, e que junta entidades governamentais, a Federação Portuguesa de Futebol, a Liga Portuguesa de Futebol Profissional, associações de jogadores, treinadores e árbitros, entre outros parceiros.

“Eu Jogo pelos Direitos Humanos”. Sensibilizar e educar para os Direitos Humanos através do desporto e do futebol. Envolver adeptos, claques, agentes do futebol e público em geral, e conduzir a uma reflexão sobre um conjunto de questões lançadas pela Amnistia de que são exemplos o clima de violência, o racismo, a intimidação e ameaças à integridade física (pessoal e familiar), bem como o discurso de ódio sentido por agentes desportivos, entre outros. Assim se pode descrever este projeto.

Na cerimónia de assinatura do protocolo, na Cidade do Futebol, em Caxias, André Figueiredo, Diretor de Coordenação Institucional Corporativa e Comunicação da Altice Portugal, salientou que apoiar causas transversais que promovam a igualdade de direitos e a oportunidades entre as pessoas é uma prática da Altice Portugal. “Por isso, é um prazer fazer parte de bons exemplos como este, que conta com o apoio da Federação Portuguesa de Futebol, a qual é parceira da Altice Portugal há mais de 20 anos”, referiu. “E acreditamos que é aqui, através de projetos como estes, estabelecidos dentro destas portas, nestes edifícios, que está a semente da mudança e de um futuro maior e melhor para todos. Iniciativas que contribuem e visam promover a igualdade, a equidade e a justiça, que ligam instituições, marcas e empresas, e que servem para ajudar a tornar o mundo melhor”.

Fernando Santos, selecionador nacional, e jogadores como João Félix, Bernardo Silva, José Fonte, Trincão, Ricardo Quaresma, Éder, Rui Patrício ou Renato Sanches são algumas das caras do projeto. A lista completa inclui ainda internacionais A de futebol feminino, internacionais de futsal, feminino e masculino, árbitros e outras personalidades do mundo do desporto.

Por ser inclusivo, multicultural e influente na nossa sociedade, o desporto deve ser aproveitado para a promoção da igualdade, justiça e respeito pelo outro. Desta forma, o projeto “Eu Jogo Pelos Direitos Humanos” pretende, com o apoio e esforço conjunto de entidades do setor desportivo e outros parceiros, abrir caminho a uma reflexão a partir dos artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Entre os parceiros institucionais e organizações desportivas confirmados estão: Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto, Secretaria de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Autoridade de Prevenção e Combate à Violência no Desporto, Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial, Instituto Português do Desporto e Juventude, I. P./Plano Nacional da Ética no Desporto, Federação Portuguesa de Futebol, Liga Portuguesa de Futebol Profissional/Fundação do Futebol, NOS, Sport TV, Olivedesportos e Altice, entre outros.

Ao longo da época 2020/2021, a Amnistia Internacional e as entidades parceiras do projeto vão promover um conjunto de ações de sensibilização e educação para os Direitos Humanos no âmbito de diversas modalidades. Estas iniciativas são destinadas a agentes desportivos, adeptos e público em geral.

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