09/02/2021

Altice Portugal volta a apoiar formação da Universidade Católica Portuguesa

Garantir a equidade e oportunidades iguais de acesso, melhorar a qualidade de vida das pessoas, criar um mundo mais justo. Estes são alguns dos objetivos nos quais a Altice Portugal e a Fundação Altice se revêm para o apoio à 2.ª edição da formação da Universidade Católica Portuguesa.

"Devemos tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais, na medida da sua desigualdade.” A frase de Aristóteles é partilhada por Alcino Lavrador, Diretor Geral da Altice Labs, na cerimónia de abertura da 2ª edição da Formação Avançada em Tecnologias de Apoio para a Inclusão. Uma iniciativa que é levada a cabo pela Universidade Católica Portuguesa e pela Fundação Altice.

Depois do sucesso da 1ª edição, o apoio a esta ação de formação é renovado para garantir que se voltam “a apontar novos caminhos que visam oferecer maior igualdade de oportunidades a todos os alunos, e de forma particular, proporcionar uma melhoria na qualidade de vida em pessoas com incapacidades físicas, sensoriais ou cognitivas”. Através da tecnologia é possível criar equidade de acesso às mesmas oportunidades, garante Alcino Lavrador.

A Formação Avançada em Tecnologias de Apoio para a Inclusão destina-se a docentes de Educação Especial, mas está também acessível a outros profissionais que apoiem alunos com disfunções neuromotoras graves incluídos no Ensino Regular. O curso privilegia as áreas da “Comunicação Alternativa e Aumentativa” e “Tecnologias de Apoio”, dotando os profissionais docentes e técnicos de conhecimentos sobre as tecnologias de apoio disponíveis no mercado e de estratégias para melhorar a comunicação dos portadores de disfunções neuromotoras, um pilar fundamental para a sua integração social e melhoria da qualidade de vida.

Ao colocar tudo aquilo que faz “ao serviço da construção de um mundo diferente, de um mundo de inclusão, onde cada pessoa conta, e de um mundo em que a diversidade significa enriquecimento”, a Altice Portugal mostra este seu lado responsável e o seu contributo para um “futuro mais justo, mais sustentável”, em que ninguém fica para trás”, diz Maria de Belém Roseira, Conselheira da Fundação Altice.