15/07/2021

Altice Portugal e CHULC lançam projeto inédito na área da saúde

Fadiga, dispneia, desconforto torácico e tosse são alguns dos sintomas que os doentes infetados pela COVID-19 mantêm após o diagnóstico. O projeto visa assim proporcionar uma experiência diferenciadora na área da monitorização remota, permitindo a doentes que foram infetados por SARS-CoV-2 a otimização de ganhos de saúde, promoção da reabilitação e devolução da sua autonomia.

Com a telemedicina a adquirir enorme relevância e crescente importância no ecossistema da saúde ao serviço de cuidados de proximidade, contribuindo para um acompanhamento contínuo dos doentes, a telemonitorização vem possibilitar o acompanhamento permanente e dar resposta à necessidade de monitorizar os sintomas relacionados com a COVID-19.

O projeto piloto de telemonitorização da Altice Portugal e do CHULC é suportado na solução SmartAL da Altice Portugal, enquanto ferramenta de ambiente assistido e sistema focado na gestão da saúde e no apoio social. A solução SmartAL permite o acompanhamento de doentes à distância, 24h/7, quer através da monitorização remota de sinais vitais, quer apoiando o utente na sua rotina de atividades diárias relacionadas com a saúde, o bem-estar e a segurança.

O atual momento fica marcado como um impulsionador da digitalização da saúde, conduzindo ao desenvolvimento de novas tecnologias e ferramentas. A integração da tecnologia 5G será uma realidade numa 2ª fase do projeto. Com as suas capacidades de ligação ultrarrápidas e uma latência quase inexistente, a tecnologia 5G vai contribuir para avaliação, diagnóstico e tratamento à distância, recorrendo a uma observação remota “instantânea”, ao possibilitar a transmissão de imagem e dados biométricos em tempo real.

Alexandre Fonseca, Presidente Executivo da Altice Portugal, tem sido uma voz ativa para que tecnologia 5G seja rapidamente implementada e acredita que “a massificação de uma tecnologia mais moderna, mais rápida, com maior largura de banda, com menor latência, com maior massificação do número de dispositivos ligados, tudo isto em conjunto, de facto, pode permitir e vai permitir melhorar os serviços de saúde. Com recurso a tecnologia, o 5G vai, como em tantas outras áreas da nossa sociedade e da nossa economia, ser um contribuinte importante para essa transformação digital do nosso país.”

Este projeto piloto pretende validar a implementação de uma solução tecnológica em contexto real, avaliar os impactos positivos da solução no acompanhamento dos doentes e criar um exemplo replicável para outras patologias ou unidades de saúde, com divulgação das métricas e resultados atingidos no projeto piloto.

Rosa Valente de Matos, Presidente do Conselho de Administração do CHULC, refere que esta parceria é “extremamente virtuosa”, acrescentando que “é uma mais-valia, é o futuro, é assim que devemos cada vez mais caminhar em termos do Serviço Nacional de Saúde e do Sistema Nacional de Saúde, para que os nossos doentes possam ser cuidados com mais efetividade e com mais qualidade."​​

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